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18.02.2016

ONGs de Campinas denunciam canil que será investigado por maus-tratos a mais de 85 cães

ONGs de Campinas denunciam canil que será investigado por maus-tratos a mais de 85 cães
O canil Bocainas Border de Campinas (SP), especializado na raça border collie, será investigado por maus-tratos de animais segundo confirmou a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.
18/02/2016 08:49 -
 

/assets/images/uploads/galeria/195-canilcampinas3.jpgEm um período de cinco dias, 137 cães foram recolhidos por protetores de animais após denúncia de maus-tratos em canis da região. O canil Bocaina’s Border de Campinas, especializado na raça border collie e também na criação de ovinos e pôneis, está sob investigação do 12° Distrito Policial desde que as organizações não governamentais Focinho Abandonado, Anjos da Rua e Amor de Bicho, com apoio de guardas municipais, encontraram na última sexta-feira 87 cães em baias pequenas e sem condições de abrigar os bichos. Seis precisaram ser internados. Em um canil clandestino em Jarinu, uma protetora ajudou a resgatar, nesta terça-feira (16), com apoio de policiais militares, cerca de 50 cães de diversas raças, alguns inclusive em gaiolas. Um lhasa apso terá que amputar uma pata.

Segundo Aline Oliveira, uma das quatro fundadoras da ONG Focinho Abandonado, o recolhimento dos cães no canil campineiro, que funciona em uma fazenda de Joaquim Egídio, começou na sexta-feira e terminou domingo. Eles foram encaminhados para lares temporários, chácaras de conhecidos e clínicas veterinárias. Dos 87 cães, dez são pastor maremano, dois pastor belga malinois e os demais border collie. Dos seis internados, um permanece na clínica e cinco receberam em alta na terça ainda sob tratamento. “Um com insuficiência renal, oito com problemas de fígado, vários com doenças e carrapatos, todos com verme, um em estado grave com doença do carrapato em estágio avançado e com bastante anemia. Tem cachorro cego, cachorro com dente deteriorado por roer grades, a maioria com infecção periodontal”, disse a protetora.

Aline disse também “Era sujo, tinha mosca, papel picado, visualmente a situação do local chocou todo mundo. O cheiro era fortíssimo e cães estavam visivelmente estressados. Eles ficavam em meio a fezes e urina”.

A protetora independente Marynes Silva chegou ao canil clandestino de Jarinu com outras duas protetoras /assets/images/uploads/galeria/376-canilcampinas1.jpgpassando-se por compradora. A dona do imóvel teria oferecido a ela seis cães, trazendo quatro para ela ver segurando pelas patas de cabeça para baixo. Confirmada a existência da comercialização com maus-tratos, a PM foi acionada. “A gente foi averiguar e constatou maus-tratos extremo, todos com sarna, um llasa com osso exposto da pata dianteira, um poodle preso com arame farpado no pescoço”, lembra. Os cães das raças shih-tzu, schnauzer, llasa, yorkshire, pequinês e poodle foram levados em duas vans emprestadas para um barracão e clínica veterinária em Louveira para avaliação, com tratamento, exames, recuperação e castração para serem doados. O caso foi registrado na delegacia de Jarinu.

Os protetores pedem ajuda para cuidar dos cães e os locais para doação podem ser conferidos no facebook do focinhoabandonadooficial ou pelo (19) 99270-5779. 

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